Educação · sem decoreba
Toda sigla difícil do site, explicada como um amigo te explicaria, não como o gerente te enrola na agência. Você não precisa decorar nada. Travou numa palavra? Joga ela na busca ou passeia pelas categorias. Cada verbete diz o que é, por que isso muda a sua vida de investidor, e onde o número prega peça.
65 termos traduzidos · 6 categorias · é só digitar
Tudo aqui é gerado por inteligência artificial, sem revisão humana, e tem fim educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda.
Os termômetros do negócio: dizem se a empresa é saudável e se a ação está cara ou barata.
Por que importa
É o jeito mais direto de ver se a empresa multiplica bem o dinheiro do dono. ROE alto e constante é sinal de máquina de fazer dinheiro.
Como ler
Pense numa régua: 8% é fraco, 12% é ok, 28% é excelente. Acima de 15% por vários anos seguidos é o que separa as boas. Vale ser alto E constante, não um pico isolado.
Cuidado
Pode ser inflado por dívida — empresa cheia de dívida parece brilhante e é frágil. Por isso olhamos sempre junto com o endividamento. ROE acima de 40% costuma ser distorção contábil, não talento.
Por que importa
Mostra se o negócio em si é bom, sem importar como foi financiado. É mais honesto que o ROE para comparar empresas.
Como ler
Acima de 10% indica uma operação que cria valor de verdade. A pergunta-chave: o ROIC supera o custo da dívida? Se sim, crescer enriquece o sócio.
Cuidado
ROIC abaixo do custo da própria dívida é uma armadilha: a empresa cresce e empobrece ao mesmo tempo.
Por que importa
Mostra se a empresa é leve ou pesada. Uma consultoria gera lucro com pouca coisa (um notebook e gente boa); uma siderúrgica precisa de fábricas gigantes pro mesmo resultado. O ROA separa quem depende de muito ferro de quem faz dinheiro no talento.
Como ler
Acima de 5% é razoável. Mas não dá pra comparar banana com maçã: banco e indústria pesada vivem com ROA baixinho (1% a 2%) e isso é normal pra eles; varejo e serviço costumam ter bem mais.
Cuidado
Só compare ROA entre empresas do mesmo ramo. A quantidade de bens que cada setor precisa muda tanto que comparar uma rede de lojas com uma mineradora não diz nada.
Por que importa
Mede o poder de preço. Quando a empresa cobra bem mais do que gasta pra produzir, é sinal de marca forte ou de um produto que ninguém copia fácil. É a diferença entre vender água com gás e vender um perfume de grife.
Como ler
Acima de 30% é confortável, mas varia demais de ramo pra ramo: software passa de 80% (copiar um programa custa quase nada), supermercado vive com 20%. Por isso só compare empresas parecidas.
Cuidado
Margem bruta boa não garante lucro no fim. Ainda falta pagar um monte de conta lá embaixo (escritório, juros, imposto). Dá pra ter margem bruta linda e mesmo assim fechar o ano no vermelho.
Por que importa
Mostra a saúde do negócio principal, limpa de efeitos financeiros e contábeis. Ótima para comparar empresas com dívidas diferentes.
Como ler
Acima de 20% é saudável na maioria dos setores. O sinal mais importante é a tendência: estável ou subindo trimestre a trimestre.
Cuidado
EBITDA ignora o desgaste dos ativos e a dívida — uma empresa pode ter EBITDA lindo e ainda assim dar prejuízo no fim.
Por que importa
Diz se o negócio em si dá lucro, sem a dívida e os impostos atrapalharem a leitura. É olhar a empresa trabalhando, antes do efeito das contas financeiras.
Como ler
Acima de 15% é positivo. Um truque: o tombo da margem bruta até aqui mostra quanto pesam escritório, vendedores e administração. Quanto maior a queda, mais gordura na estrutura.
Cuidado
Pode dar um tranco por causa de um gasto que só acontece uma vez (uma demissão grande, uma multa). Olhe o caminho ao longo do tempo, não um trimestre solto.
Por que importa
É a linha de chegada: mostra quanto do que a empresa vende realmente sobra para os sócios.
Como ler
Acima de 10% é saudável (varia por setor). O que conta é ser positiva e consistente — é esta margem que usamos no “lucro por trimestre” do ranking.
Cuidado
Cuidado com salto que veio de uma venda que não se repete: a empresa vendeu um prédio, o ano pareceu brilhante, mas o negócio em si não melhorou. Um pulo isolado merece desconfiança.
Por que importa
É a base do P/L e o jeito de comparar a rentabilidade de empresas com quantidades de ações diferentes.
Como ler
Esqueça o número solto e olhe a tendência: um LPA que sobe ano após ano é a marca de uma empresa que enriquece o acionista.
Cuidado
Pode subir só porque a empresa recomprou ações (menos ações dividindo o mesmo lucro), sem o negócio ter melhorado.
Por que importa
É o termômetro nº 1 de endividamento. Diz se a dívida está sob controle ou se virou uma bola de neve.
Como ler
Até 2x é saudável; de 2x a 4x exige atenção; acima de 4x preocupa. Negativo é o sonho: a empresa tem mais caixa do que dívida.
Cuidado
Em setores muito previsíveis (energia, saneamento) dá para conviver com dívida maior; em setores cíclicos, a mesma dívida é perigosa.
Por que importa
Mostra o quanto a empresa depende de dinheiro emprestado, e não do bolso dos donos, pra rodar.
Como ler
Abaixo de 1x ela deve menos do que vale pros donos, situação confortável. Quanto mais alto, mais o resultado fica na mão dos juros: se a taxa sobe, aperta.
Cuidado
Dívida não é vilã automática. Com juro baixo e um negócio que rende, ela é gasolina pra crescer mais rápido. O perigo mora no excesso, quando a parcela vira âncora.
Por que importa
Mede o fôlego de caixa: o risco de a empresa ficar sem dinheiro pra tocar o dia a dia, mesmo sendo lucrativa no papel.
Como ler
Acima de 1,2 sobra folga. Abaixo de 1 acende a luz amarela: as contas que vencem logo já são maiores do que a empresa tem em mãos pra pagar.
Cuidado
Banco e supermercado recebem na hora e pagam o fornecedor depois, então vivem bem com liquidez baixa. Pra eles, isso é normal, não sinal de perigo.
Por que importa
É a visão mais pé no chão do fôlego de caixa: conta só com o que é certo, sem apostar em vender o estoque que pode encalhar.
Como ler
Acima de 1,0 é positivo. Quanto mais perto esse número estiver da liquidez corrente, menos a empresa depende de vender estoque pra pagar as contas.
Cuidado
Um buraco grande entre a liquidez corrente e a seca entrega estoque encalhado: muita coisa parada que a empresa torce pra vender. Comum em loja e indústria.
Por que importa
Mostra se a empresa paga os juros com folga ou se eles estão sufocando o resultado.
Como ler
Acima de 3x é confortável. Abaixo de 1,5x é perigoso: quase todo o lucro está indo embora só para pagar juros.
Cuidado
Quando os juros do país sobem, esse número piora rápido para empresas endividadas — acompanhe a tendência.
Por que importa
É o medidor de preço mais famoso da bolsa. Ajuda a sentir se a ação está cara ou barata perto do tanto que a empresa lucra de verdade.
Como ler
De 5 a 20 é faixa comum em empresas já maduras. P/L de 8 quer dizer “8 anos de lucro pra se pagar”. Quanto menor, mais barata a ação parece à primeira vista.
Cuidado
P/L baixo nem sempre é pechincha: às vezes está barato porque a empresa está afundando e o mercado já percebeu. E pra quem dá prejuízo o número nem faz sentido (fica negativo ou maluco).
Por que importa
Compara o que você paga com o que a empresa “vale no papel”. Muito usado em bancos e seguradoras.
Como ler
Abaixo de 1 você paga menos que o valor de livro (pode ser desconto); de 0,5x a 3x é a faixa comum na maioria dos setores.
Cuidado
Empresa de marca e tecnologia vale muito mais que o papel (P/VP alto é normal); P/VP baixo pode esconder ativos que valem menos do que dizem.
Por que importa
É o múltiplo favorito dos profissionais porque leva a dívida em conta — compara empresas de forma mais justa que o P/L.
Como ler
Abaixo de 10x costuma ser atrativo para empresas maduras. Quanto menor, mais rápido a empresa “se paga” com o caixa que gera.
Cuidado
Como usa EBITDA, ignora o desgaste de máquinas e prédios — pode parecer barato em negócios que reinvestem pesado.
Por que importa
É a régua que socorre quando o P/L não funciona, tipo numa empresa nova que cresce a mil mas ainda não dá lucro. Sem lucro pra dividir, a gente olha o faturamento.
Como ler
Abaixo de 3x é comum em empresas em expansão. Mas só vale comparar entre negócios bem parecidos, senão é laranja com limão.
Cuidado
Faturar muito não é lucrar: dá pra vender um caminhão de coisa e ainda torrar dinheiro. Por isso olhe sempre junto com as margens, pra ver se a venda vira lucro.
Por que importa
Resolve uma dúvida comum: aquele P/L “alto” se justifica? Empresa que cresce rápido pode valer um preço maior.
Como ler
Abaixo de 1 sugere ação barata para o tanto que ela cresce; acima de 2 costuma indicar otimismo esticado no preço.
Cuidado
Depende de uma projeção de crescimento que pode não se realizar — lixo entra, lixo sai.
Por que importa
É a renda que pinga na sua conta sem você precisar vender nada, só por ser sócio. É o coração de quem investe pensando em receber ao longo do tempo.
Como ler
Acima de 4% ao ano costuma chamar atenção. Empresa madura e estável tende a pagar mais; empresa jovem que está crescendo paga quase nada, porque prefere reinvestir, e tá tudo bem nisso.
Cuidado
Yield altão (10% ou mais) pode ser cilada: às vezes o preço da ação desabou porque o negócio piorou, e isso infla o número. Ou foi um pagamento extraordinário que não se repete no ano seguinte.
Por que importa
Revela o perfil da empresa: distribuidora de renda (payout alto) ou reinvestidora que busca crescer (payout baixo).
Como ler
De 30% a 70% é equilibrado. Acima de 80% sobra pouco para crescer; muito baixo pode frustrar quem busca renda hoje.
Cuidado
Payout acima de 100% significa que distribuiu mais do que lucrou — insustentável se virar hábito.
Por que importa
Diz se a empresa está vendendo cada vez mais. É o primeiro sinal de um negócio que ganha espaço, em vez de encolher.
Como ler
Acima de 8% ao ano é forte. O mínimo aceitável é crescer mais que a inflação; se cresce menos que ela, a empresa está encolhendo de verdade, só disfarçado pelos preços subindo.
Cuidado
Vender mais sem lucrar mais não adianta nada (é trabalhar de graça). Olhe esse crescimento sempre ao lado do crescimento do lucro.
Por que importa
É o que mais pesa pro sócio no longo prazo: empresa que faz o lucro crescer ano após ano tende a valer mais com o tempo.
Como ler
Acima de 10% ao ano é ótimo. O ideal é o lucro crescer junto ou mais rápido que as vendas: sinal de que a empresa aprendeu a fazer mais dinheiro com o mesmo esforço.
Cuidado
Cuidado com a ilusão do ano-base ruim: se o ano de partida foi péssimo, qualquer recuperação parece um crescimento gigante, mesmo que a empresa só tenha voltado ao normal.
Por que importa
É o caixa que pode virar dividendo, abater dívida ou bancar crescimento. Muito mais difícil de “maquiar” que o lucro contábil.
Como ler
Positivo e crescente é o ideal. Quem gera caixa livre tem liberdade; quem não gera vive pedindo dinheiro emprestado.
Cuidado
Pode ficar negativo num ano de investimento pesado — o que até pode ser bom, se o investimento der retorno depois.
Por que importa
Mostra o retorno em dinheiro de verdade que a empresa gera pra quem compra a ação hoje. É mais difícil de maquiar que o dividend yield, porque olha o caixa que entrou, não a conta de pagar dividendo.
Como ler
Acima de 5% costuma ser atrativo. Quanto maior, mais caixa vivo a empresa entrega pra cada real que você paga por ela.
Cuidado
Um único ano pode enganar: um investimento pesado derruba o número, vender um imóvel infla. Olhe a média de alguns anos pra ter a foto verdadeira.
Por que importa
Revela se a empresa faz os bens girarem ou se tem muita coisa cara parada rendendo pouco, tipo um galpão vazio ou uma máquina ligada meia hora por dia.
Como ler
Acima de 0,5x é positivo. Loja gira rápido (vende muito sobre pouco bem); indústria pesada gira devagar (precisa de fábricas caras). Por isso só compare dentro do mesmo ramo.
Cuidado
Girar rápido com margem magra (o supermercado) e girar devagar com margem gorda (a grife) podem chegar no mesmo lucro no fim. Um não é melhor que o outro sozinho, são dois caminhos pro mesmo lugar.
Por que importa
Quanto menor, menos capital de giro a empresa precisa — sobra mais dinheiro livre para outras coisas.
Como ler
Abaixo de 60 dias é eficiente. Negativo é excelente: a empresa recebe antes de pagar (o segredo de muitos varejistas).
Cuidado
Ciclo crescendo pode ser estoque encalhado ou cliente atrasando pagamento — vale investigar.
As notas parciais que, somadas com peso, viram a Nota única de 0 a 10.
Por que importa
É uma das maiores fatias da Nota, e não é à toa: rentabilidade alta e constante é o coração de uma boa empresa.
Como ler
Nota alta aqui é uma empresa que sabe virar capital e venda em lucro de verdade, não só movimento.
Por que importa
Empresa que cresce o lucro de forma consistente tende a valer mais lá na frente. Crescer sempre vale mais que crescer muito uma vez.
Como ler
Nota boa aqui é um negócio em expansão constante, ganhando terreno ano após ano, em vez de parado no tempo ou vivendo de arrancos.
Por que importa
Dívida fora de controle é o que mais quebra empresa boa. Esta dimensão é o freio de segurança da Nota.
Como ler
Nota alta é dívida sob controle, sono tranquilo. Nota baixa acende o alerta de fragilidade, a empresa fica refém dos juros.
Por que importa
Lucro no papel é uma coisa, dinheiro na conta é outra. O caixa forte é o que paga dividendo, abate dívida e banca o crescimento de verdade.
Como ler
Nota boa aqui é empresa que gera dinheiro de verdade, não só lucro de planilha.
Por que importa
Mesmo uma ótima empresa vira mau negócio se você pagar caro demais por ela.
Como ler
Nota alta é preço camarada perto dos fundamentos; nota baixa é ação esticada, cara pro que entrega.
Cuidado
É a dimensão mais volúvel: muda com o humor do mercado e com o preço do dia. Hoje cara, semana que vem barata, sem a empresa ter mudado nada.
Por que importa
Empresa eficiente lucra mais com menos, e por isso aguenta melhor crise e concorrência apertando.
Como ler
Nota boa é operação enxuta, sem gordura, e com bom poder de cobrar pelo que vende.
Por que importa
Pra quem investe pensando em renda, é a dimensão que mais importa.
Como ler
Nota alta junta bom rendimento hoje com um payout saudável, que não rouba o dinheiro do crescimento de amanhã.
Por que importa
Garante que a empresa paga as contas do dia a dia sem ter que sair correndo atrás de dinheiro.
Como ler
Nota boa é tranquilidade de curto prazo; nota baixa é risco de aperto de caixa, daqueles de não fechar o mês.
Por que importa
Lucro constante vale mais que um lucro alto e instável. É o que separa empresa sólida de aposta de cassino — e por isso esta dimensão é uma das que mais pesam na Nota.
Como ler
Nota alta é empresa que entrega de forma previsível, ano após ano, sem sustos. As melhores aqui ganham o selo ◆ Previsível.
Cuidado
Empresa que teve prejuízo em ano recente fica com a Nota final travada num teto (7, 6 ou 5, conforme quantos anos no vermelho). O tropeço pesa.
O que cada agente de IA investiga na página da empresa.
Por que importa
É o ponto de partida. Entender o negócio vem antes de qualquer número: planilha sem contexto não diz nada.
Como ler
Procure a tese central: o motivo de a empresa existir e crescer, em uma frase.
Por que importa
Boa empresa pelo preço errado vira mau negócio. Este agente cuida do “quanto custa”.
Como ler
Olhe o veredito (cara, justa ou barata), o preço-alvo e o potencial de valorização (o tal do upside, quanto poderia subir até o preço justo).
Cuidado
Barata não quer dizer boa pra comprar. Às vezes está barata justamente porque o negócio vai mal e o mercado já sentiu o cheiro. É a cilada do value trap, o barato que sai caro.
Por que importa
É a notícia mais fresca da empresa. Mostra se ela vem entregando o prometido ou decepcionando trimestre a trimestre.
Como ler
Repare na tendência das margens e na firmeza do lucro, não só no número de um trimestre solto.
Por que importa
Uma empresa só é boa comparada com as outras. Ser a líder de um setor pujante é uma coisa; ser a lanterninha de um setor encrencado é bem outra.
Como ler
Veja se a empresa é a líder, a desafiante ou só mais uma seguindo a fila, e se o setor inteiro está crescendo ou minguando.
Por que importa
Investir é olhar pra frente. Este agente tenta ler a tendência, em vez de dirigir só pelo retrovisor.
Como ler
Trate como cenário, não como certeza: são caminhos prováveis com base no histórico.
Cuidado
Projeção é palpite embasado, não certeza. O futuro pode desmentir tudo. Vale mais como bússola apontando o rumo do que como número cravado.
Por que importa
É o exame que diz se a empresa aguenta um tombo ou se vive no fio da navalha.
Como ler
Empresa saudável tem dívida sob controle, gera caixa e tem fôlego pra pagar as contas com sobra.
Por que importa
Nenhuma empresa vive numa bolha. O ambiente econômico empurra a favor ou contra, queira ela ou não.
Como ler
Veja se o momento de juros e dólar joga a favor ou contra ela. Uma exportadora ama dólar alto; uma empresa endividada sofre com juro alto.
Por que importa
A melhor ação do mundo pode não combinar com os seus objetivos e com o quanto de risco você topa correr.
Como ler
Pense em perfil e em não colocar tudo no mesmo cesto: essa ação completa o que você já tem ou empilha mais risco do mesmo tipo?
Por que importa
É onde tudo se junta: a conclusão geral, em vez de oito pedaços espalhados.
Como ler
Comece por aqui pra ter o panorama; depois mergulhe nos agentes que mais te interessam.
Cuidado
Mesmo consolidada, é uma leitura gerada por inteligência artificial, sem revisão humana, e tem fim informativo. Não é recomendação de compra ou venda.
A bolsa brasileira, os órgãos e os termos do dia a dia.
Por que importa
É o lugar onde você de fato vira sócio de uma empresa, comprando um pedaço dela.
Por que importa
É ela que obriga as empresas a abrir os números e protege o investidor de fraude e conversa fiada.
Cuidado
Por regra da própria CVM, nenhuma análise aqui pode dizer “compre” ou “venda”. A gente só informa e explica; a decisão é sempre sua.
Por que importa
É a referência pra saber se a bolsa subiu ou caiu no dia, e pra comparar como o seu dinheiro foi frente à média do mercado.
Por que importa
Define boas práticas e as certificações de quem cuida do seu dinheiro, tipo um diploma que o gerente precisa ter.
Por que importa
São a fonte oficial e auditada dos números. Toda a análise daqui bebe dessa água, não de boato de internet.
Por que importa
É por ele que você acha e compra a ação. O número no fim conta o tipo: 3 costuma ser ordinária (com direito a voto) e 4, preferencial (com prioridade no recebimento).
Por que importa
É onde a empresa fala oficialmente com o acionista: comunicados, apresentações e os tais “fatos relevantes” (avisos que podem mexer no preço).
O básico de ser sócio de uma empresa pela bolsa.
Por que importa
É o jeito de o seu dinheiro crescer junto com bons negócios, em vez de ficar parado encolhendo com a inflação.
Cuidado
Ser sócio vale nos dois sentidos: você também leva parte do prejuízo. O preço pode cair e não existe garantia de retorno.
Por que importa
Preço é o que você paga; valor é o que você leva. Comparar os dois ajuda a enxergar se a ação está cara ou barata em relação ao que a empresa entrega.
Como ler
Se o preço está bem abaixo do valor estimado, pode haver uma oportunidade (a famosa “margem de segurança”). Se está bem acima, o mercado pode estar pagando caro por expectativa.
Cuidado
É uma estimativa, não um número exato: cada método (fórmula de Graham, fluxo de caixa descontado…) chega a um valor diferente, e todos dependem de premissas que podem não se confirmar. Use como bússola, nunca como certeza, e jamais como recomendação de compra ou venda.
Por que importa
É renda que pinga na sua conta só por ser sócio, sem precisar vender a ação. Dinheiro trabalhando enquanto você dorme.
Por que importa
Na prática chega como renda na sua conta, só com tributação diferente da dos dividendos.
Por que importa
É um jeito de virar “dono de imóvel” com pouco dinheiro e receber aluguel sem a dor de cabeça de inquilino, reforma e IPTU atrasado.
Por que importa
Com uma única compra você espalha o dinheiro em dezenas de empresas, sem ter que escolher uma a uma. Simples pra quem está dando os primeiros passos.
Por que importa
Mostra o porte da empresa. As gigantes (as tais blue chips) tendem a balançar menos; as pequenas costumam ser mais arriscadas e dar mais susto pra cima e pra baixo.
Como a plataforma calcula e exibe as coisas.
Por que importa
Resume em segundos a qualidade dos fundamentos históricos, pra você comparar empresas com menos achismo e mais base. E a régua é dura de propósito: nota 9+ é raridade, não regra.
Como ler
Quanto maior, mais sólida a empresa se mostrou ao longo do tempo. Pesa mais o que importa mais pra quem pensa no longo prazo: geração de caixa, rentabilidade e estabilidade do resultado.
Cuidado
Empresa que deu prejuízo em ano recente fica com a nota travada num teto (7, 6 ou 5, conforme quantos anos no vermelho). E, importante: a Nota olha o passado e tem fim educacional. Não é recomendação de compra ou venda.
Por que importa
A distância entre as duas educa: empresa com Justa alta e Rigorosa baixa depende de boa fase. As que seguram nota nas duas réguas são as que entregam sempre.
Como ler
O ranking usa a Justa. Na página da empresa você vê as duas lado a lado — quanto menor a diferença, mais sólida a empresa.
Por que importa
É honestidade com o que falta: nota alta calculada com pouco dado engana. O selo diz o quanto dá pra confiar no número.
Como ler
Banco e seguradora não têm alguns indicadores por natureza do negócio (margem industrial, por exemplo) — isso não derruba o selo deles, porque não é falta de transparência.
Por que importa
É o oposto do hype. Enquanto o mercado empurra a ação da moda do mês, o selo aponta quem entrega de forma chata e constante — que é como patrimônio se constrói.
Como ler
O selo aparece ao lado do ticker no ranking e na página da empresa. Ele não diz que a ação é barata nem que vai subir: diz que o resultado dela é previsível.
Cuidado
Previsibilidade passada não garante futuro — e selo não é recomendação de compra ou venda.
Por que importa
Lucro repetido trimestre após trimestre é sinal de negócio firme, não de um golpe de sorte.
Como ler
▲ lucro com margem subindo · ● lucro estável · ▼ lucro com margem caindo forte · ● vermelho é prejuízo. 8/8 é nota 10.
Cuidado
Aqui “margem” quer dizer margem líquida (o lucro dividido pela receita).
Por que importa
É o teste de resistência: o que conta não é lucrar num ano bom, é não quebrar quando a maré vira.
Como ler
5/5 anos quer dizer que a empresa atravessou todos eles de pé, sem nenhum ano no vermelho.
Por que importa
Define o que combina com você. Investir contra o próprio perfil quase sempre acaba mal: na primeira queda, o medo manda vender no pior momento.